O aumento do poder aquisitivo e o design.

(by Flips)
Não sei bem onde ouvi falar isso, mas as profissões que vem na frente são as de infra-estrutura. Assim, médicos, engenheiros, advogados vêm na frente para fazer a roda do sistema girar e, bem depois, vem as profissões ligadas a imagem: designers, publicitários, arquitetos e depois o pessoal da arte mesmo – teatro, cinema e outros. Isso faz sentido pra mim “depois que construimos tudo, agora a gente pode deixar bonito”. Ok.
Entenda que essas profissões primeiras não dialogam sobre valor e sim sobre coisas concretas. Porém, coisas concretas tem seu valor mensurável, objetivo. Já, a imagem tem valor intagível e custa dinheiro, e quanto maior o poder aquisitivo dos empresários, mais dinheiro receberemos. Assim, com esse crescimento da renda brasileira, o mercado oferece boas perspectivas – e seu filho poderá escolher a profissão que quiser.


  • Share/Bookmark

Associação de ideias.

(by Flips)
Saber o que um MBA traz para você é definitivamente um diferencial. Depois de meu MBA, abri a minha cabeça para novas ideias e também consigo avaliar melhor o que realmente funciona, ou não. Mas isso, na minha opinião é o mínimo – você não vai embarcar em um novo empreendimento sem saber ler um demonstrativo de resultado ou mesmo estabelecer o seu preço para manter a sua empresa em pé.
Mais do que o MBA é o dia-a-dia. Em quais bases o seu modelo de negócios está estruturado, quem são os profissionais que vão ser os “atacantes” da empresa e quem vai ficar nos bastidores? Como mensurar produtividade versus o acesso livre ao Facebook? Essas e outras questões, só na prática.
Talvez o mais importante seja associar a técnica a novos caminhos e a novas oportunidades. Ninguém ficou rico seguindo o protocolo-padrão, assim, mexa-se, reinvente a roda, crie algo novo sempre que se sentir na mesmice – se não der resultados, pelo menos você terá histórias para contar.


  • Share/Bookmark

Os outros 50%.

(by Flips)
Passamos grande parte de nosso tempo nos aprimorando e desenvolvendo o nosso work-flow de trabalho. Depois de um tempo, dá pra perceber que o que somos bons devemos ficar melhores ainda e o que nos atrapalha, ou aprendemos ou tiramos de nossa responsabilidade. A parte mais fácil é tirar de nossa alçada o que não gostamos de fazer e o que não queremos fazer. A mais dificil é aprender, mas sempre parti do princípio de que se alguém faz é possível de eu mesmo fazer – de repente não vou ser tão rápido, ou o acabamento não será tão bom, mas, se eu estudar e treinar, terei pelo menos um bom trabalho enquanto a parte que sei fazer será excelente.
Isso na realidade profissional individual, mas e quanto a realidade de empresas?
Por mais que você terceirize e consiga bons resultados em seu projeto, isso não quer dizer que tudo vai dar certo – a gente ainda depende do outro lado da moeda. O cliente tem a responsabilidade dos outros 50% de sucesso que, muitas vezes se resume a uma palavra mágica: implementação. O plano tem detalhes, mas imagina quantos detalhes não tem a montagem de um estande? Promotoras, materiais gráficos, aplicação do plotter… Enfim, nada funciona se a outra parte não estiver tão profissionalmente organizada para receber o serviço.
Assim, muitas vezes, temos que transcender o escopo de nossos serviços para fazer tudo dar certo – não é o ideal, mas para que tudo dê certo, às vezes temos que assumir os outros 50%.


  • Share/Bookmark

Parênteses sobre o cigarro.

(by Flips)
A todo momento condicionamos a nossa mente a realidades, e a mente é tão forte que, a partir de uma foto que não possui sabor, cheiro ou textura, ficamos salivando ao ver um hamburguer do Mcdonald’s. Nos emocionamos vendo filmes em uma tela de televisão – é tudo tão ilusão quanto um desenho que nos transporta para uma identificação qualquer.
Enfim, talvez não tenha me expressado direito mas gostaria de falar da poderosa associação do cigarro. Além da nicotina ser declaradamente uma substância viciante, o fumante associa com momentos da sua vida como estresse, alegria, alcool, um grupo de pessoas… Quando fumava, comprava cigarro em uma banca de jornal perto de onde trabalho. Já fazem 6 meses que não fumo e, ainda assim, toda vez que passo em frente da banca, lembro de quando comprava cigarro. Também, amigos que sempre estavam comigo enquanto fumava, me trazem uma associação mental direta ao hábito. Mas isso tudo é irreal. Como sentir um vazio de um hábito que foi criado artificialmente?
Sei que é mais dificil na prática do que em minhas palavras, mas ainda assim é irreal. Se isso for pensado dessa forma, fica mais fácil ter um olhar de fora sobre a situação. A motivação inicial foi criada pela gente, assim, quem tem o real poder de destruir somos nós mesmos.


  • Share/Bookmark

Modelos de trabalho.

(by Flips)
Não sei se é a primeira vez que escrevo sobre isso, mas os modelos de negócios, genuinamente baseados na técnica do empreendedor original, são uma aula para qualquer empreendedor. Agradeço a minha profissão que me faz entender um pouquinho sobre cada business que trabalho. De logística internacional à cosméticos, existe sempre algo em comum. O mais legal é pegar para trabalhar com a primeira geração administrativa do negócio – é nesse momento que as bases estão sendo criadas: o que deu certo, como vamos ganhar dinheiro, quem é o nosso cliente…
Assim, cada modelo de negócios tem o seus prazos e sistemas de remuneração. No nosso caso, a empresa de comunicação deve pensar além de suas próprias regras e, como água, adaptar-se as novas realidades. Por isso, cada trabalho tem objetivos e expectativas diferentes e, ao invés de especializarmos para nos proteger, acho que o legal mesmo é nos adaptar para encararmos outros desafios.
Temos nossos modelos e criatividade suficiente para nos adaptar a outros.


  • Share/Bookmark

Golaço da Fiat.

(by Alexandre Coreixas)

De todas as campanhas feitas pelos patrocinadores da Copa das Confederações tem uma que não sai da boca da galera, literalmente. O sucesso da música “Vem pra Rua” da Fiat bateu na veia e marcou um golaço. Ahhh, mas tem um detalhe: a Fiat não é patrocinadora da Copa. Pois é, mais um motivo para comemorar. Que golaço!!! É, sem dúvidas a melhor campanha do momento. Ritmo empolgante, conceito perfeito e uma certeza… conseguiram transmitir o clima de Copa do Mundo. Sinceramente, acho até “uma pena” que estejam já usando a música na Copa das Confederações. Não sei se vai durar até o ano que vem para a Copa do Mundo. Enfim, a escolha do cantor (Falcão – O Rappa) foi ideal, o cara tem um carisma muito grande e a música ficou com a sua cara. Era para ser um jingle, mas ficou claro que já se tornou muito mais do que isso. É uma música. E um musicão!!! Curti muito e você? Escuta aí mais uma vez e sente o clima ;)


  • Share/Bookmark

Propaganda impactante

By JP

A ONG Think! é conhecida por desenvolver ações impactantes e extremamente agressivas. Dessa vez não foi diferente. Em uma ação criada pela Leo Burnett, com o objetivo de falar dos perigos de beber e dirigir, a Think simula um acidente de carro no espelho do banheiro de um Pub. Espelho quebrado, sangue e muito susto fazem parte dessa impactante ação.


  • Share/Bookmark

Aguia, cobra, chuteira e Neymar.

(by Flips)

É impressionante como trabalhos de qualidade trazem profissionalismo a um esporte ou setor como um todo. Deixa eu explicar melhor. A Nike quando entra em algum nicho de mercado traz consigo uma estrutura impressionante: propaganda, design, produto – tudo, todas as pontas bem amarradas. Então, o futebol que poderia ter uma imagem do jogo pelo improviso ou algo mais informal, quando a Nike aparece valoriza o esporte como um todo e todos se beneficiam.

Foi assim com essa nova campanha da Nike, da nova chuteira Venom. A arte muito bem elaborada traz benefício ao esporte, aos jogadores, valor. Enfim, empresas como essa fazem o mundo girar.


  • Share/Bookmark

É pra dividir.

(by Alexandre Coreixas)

O conceito global da Coca-Cola sempre bateu muito forte da ideia de compartilhar. Foram feitas várias ações, várias campanhas e vários movimentos para estimular as pessoas a compartilharem uma Coca-Cola. Ao longo dos anos as embalagens foram construindo e reforçando esse movimento. Só faltava a latinha. É, agora não falta mais. Dá só uma olhada no vídeo que você vai entender ;)

Eu curti e você?


  • Share/Bookmark

Eficiência da mídia.

(By JP)

Uma equipe de reportagem encontra desaparecido enquanto noticiava seu próprio desaparecimento. Uma equipe de reportagem da WMTW, afiliada da ABC, entrou no ar noticiando o desaparecimento de um homem de 73 anos, enquanto o reporter comunicava o desaparecimento o idoso aparece andando no local. HEH

Vamos concordar que esse é o grande papel da mídia né? Ajudar a sociedade.

Fonte: BlueBus


  • Share/Bookmark
Powered by WordPress | Baixado em: Meu Tema | See the Latest Cell Phone Deals at Bestincellphones.com. | Thanks to Bank CD Rates, Credit Cards and Binaural beats